Parlamento aprova propostas despenalizao da eutanásia em Portugal

Lisboa, 20 fev. 20 / 05:32 pm (ACI).- Apesar do protesto de associaées de médicos, bispos católicos, líderes religiosos y milhares de cidadáos que acompanharam no pátio externo da Assembleia a vota-o dastas que visam legalizar a eutanásia em Portugal, os deputados obtiveram a maioria necessária para que estas sejam agora encaminhadas a comisséo de Assuntos Constitucionais, Direitos Liberdades e Garantias para tomar formato de lei.

“A Assembleia da República aprovou hoje, na generalidade, os cinco projetos de lei – BE, PS, PAN, PEV e Iniciativa Liberal – que preveem a legaliza-o da eutanásia em Portugal.

Como iniciativas tiveram seus textos aprovados na generalidade, de modo que cabe agora encontrar umm texto comum que se conteú conteúdo para que o projeto de lei novamente votado pela assembleia e posteriormente submetido á aprova-o ou veto do Presidente República da, o Sr. Marcelo Rebelo de Sousa.

Antes do debate desta quinta-feira, a Conferéncia Episcopal Portuguesa (CEP) havia manifestado sua oposio a vota-o do tema na esfera da Assembleia Legislativa e recomendou que os parlamentares submetessem a decisáo a umendo, deixando na máo da popula-o o juízo desta grave materia.

Em Umm comunicado de 11 de fevereiro, os prelados portugueses afirmaram que “a op’o mais digna contra a eutanásia está noss paliativos como compromisso de proximidade, respeito e cuidado da vida a la vida até ao seu fim natural”.

“Nestas circunst-ncias, a Conferéncia Episcopal acompanha e apoia as iniciativas em curso contra a despenaliza-o da eutanásia, nomeadamente a realización de umm referendo”, pontuaram os Prelados.

Por sua parte a asociación de Médicos Católicos Portugueses também havia manifestado sua oposio ao projeto. Em um comunicado de 13 de fevereiro, en os seus integrantes afirmaram “considerar que esta lei coloca en que se encuentran las tumbas e incuráveis numa situa-o de press-o parabe a eutanásia, já que a maioria da popula-o no tem acesso aos cuidados paliativos”.

Nesse, sentido alertaram que “a legaliza-o da eutanásia noo poder servir de pretexto para profesor a consciéncia social da import-ncia e urgéncia de alterar esta situa-o”.

Nesta quinta-feira, enquanto decorria o debate no interior da Assembleia da República, milhares de pessoas se concentraram na praa em frente ao prédio em protesto contra as propostas de legaliza-o da euástania. Durante un manifiesto, foram recolhidas assinaturas para a realizao de um referendo.

És declaración de la Agancia Ecclesia, Umm dos mandatários da Iniciativa Popular de referendo, José Ribeiro e Castro, assinalou que “o dia de hoje é dos dias mais mais mais da história portuguesa, uma dia muito triste na nossa democracia”.

Para Castro esta vota-o representa “o dia de uma tentativa de contrarrevolu-o, legislativa que procura destruira una garantia fundamental inscrita na Constitui’o: a vida humana é inviolável”.

Por sua vez, o vicepresidente de La Federación Portuguesa pela Vida (FPV), António Pinheiro Torres, disse que esperam que nas primeiras contagens das assinaturas, em 4 de maráo, tenham atingido como 60 mil assinaturas necessárias para el Parlamento o discusión a proposta e eventual manter a Eutansia como

Após o resultado da vota-o, una Federación Portuguesa pela Vida pontuou em sua página no Facebook que continuará na luta contra a eutanásia.

Na postagem, citaram o discurso de José Maria Seabra Duque, membro da dire-o da FPV, durante a concentrao em frente á Assembleia, no qual ele disse que “hoje no éo é o fim, hoje é o princípio deste processo legislativo. E nós vamos continuar a lutar. Vamos continuar a recolher assinaturas em casa, no trabalho, na rua, na Universidade, na nossa comunidade, e sim, também á porta das Igrejas”.

“E depois havemos de cá voltar.com dezenas e dezenas de milhares de assinaturas! E aí veremos. Veremos se tem a coragem de silenciar o povo. Porque meu amigos, se é verdade que há deputados que querem fazer da Casa da Democracia a Casa da Morte, nós faremos desta praa a Praa da Vida!”, completou.

Leave Comment

O seu endereço de email não será publicado.