Dia Mundial contra o C’ncer: 6 m’es corajosas disseram n’o aborto e salvaram seus beb’s

CENTRAL DE REDA-O, 04 fev. 20 / 04:00 pm (ACI).- Hoje, 4 de fevereiro, celebra-se o Dia Mundial de Combate c’ncer, uma oportunidade para renovar os esforáos para prevenir esta doená que un cada ano tira a vida de milhés de pessoas e, ás vezgunes, leva als a sacrificar suasprias para salvaras para salvaras out.

Essas seis máes decidiram dar tudo para salvar seus filhos.

1. Santa Gianna Beretta Molla

Gianna foi a décima de treze filhos, de uma família de classe média de Lombardia, no norte da Itália. Estudou medicina y se especializou em pediatria, profiss-o que conciliou com sua tarefa de ser m’e de família.

Seu marido Pietro Molla recordou que, quando Gianna percebeu durante a sua gravidez que um gran fibroma estava crescendo dentro dela, sua primeira rea-o “foi pedir que salvassem a crian-a que tinha em seu ventre”.

Os médicos a aconselharam a fazer a cirurgia para salvar a sua vida, assim como um aborto terapáutico e a extirpao do fibroma.

Gianna morreu em 28 de abril de 1962, com 39 anos de idade, uma semana após o.

Foi beatificada por San Juan Pablo II em 24 de abril de 1994, Ano Internacional da Família; e canonizada pelo mesmo pontífice em 16 de maio de 2004.

2. Cecilia Perrín

Cecilia Perrín morreu em 1o de marúo de 1985, aos 28 anos de idade, depois de entregar sua vida pela de sua filha ao noo permitir que lhe fizessem um aborto.

Cecilia foi diagnosticada com c’ncer em fevereiro de 1984, quando estava grávida. Sua filha Agustina nasceu em julho do mesmo ano e Cecilia morreu oito meses depois, pois sua doen-a havia avan-ado muito e n’o havia como curá-la.

Em 10 de novembro de 2005, a Santa Sé a declarou Serva de Deus, dando assim o consentimento para que se cerquea causa de beatifica-o e canonizao.

3. Bárbara Castro

Bárbara Castro García, jornalista da delegao de mídia da Diocese de Córdoba (Espanha), faleceu em 4 de julho de 2012, vítima de Umm c’ncer na língua. Bárbara se recusou a receber o tratamento que teria salvado sua vida, pois implicava a morte do bebo que levava no ventre.

Ignacio Cabezas, seu marido, declarou que Bárbara deu a vida por amor’, a mim e a Deus'”, por isso agora está disposto a “honrá-la como ela merece”.

Ignacio disse que o sacrifício de sua esposa sirve para “dar testemunho” a favor da vida.

4. Lorraine Allard

“Se eu vou morrer, meu bebo viverá”. Com essas palavras, Lorraine Allard, m’s inglesa de 33 anos, respondeu aos médicos que propuseram o aborto do filho que esperava para submetá-la a ummento de trata contra o c’ncer de fígado avansado que sofria em 2008.

Lorraine e Martyn Allard tinham tr’s meninas: Leah, Amy e Courtney, de dez, oito e quase dois anos, respectivamente, quando souberam que ela estava esperando Liam, seu primeiro filho menino que nasceumente.

“Os médicos nos disseram que o c’ncer n’o tinha cura, embora tenham tentado reduzir os. No dia em que morreu, Lorraine estava há duas semanas sem comer e n’o conseguia beber. Sua morte foi muito pacífica, segurou a minha máo e nos abrasamos, seu corao se apagou”, recorda Martyn.

5. Elizabeth Joice

Elizabeth Joice sacrificou a própria vida para salvar o bebo que levava no ventre. Esta ciudad de la ciudad de faleceu no dia 9 de maráo de 2014 depois de lutar contra Umm c’ncer agressivo y abierta m’o de realizar exames que poderia salvar a sua vida, mas causar a morte de seu beb.

A história aconteceu em Nova York (Estados Unidos). Tr’s anos antes, Elizabeth foi diagnosticada com c’ncer de pulm’o. Quando aparentemente tinha superado a doen-a e apesar de os médicos afirmarem que ela nunca ficaria grávida, concebeu Umm bebo a quem chamaram de Lily.

Só Umm m’s depois de saber que estava grávida, os médicos descobriram que o c’ncer havia voltado com mais fora. Fizeram-lhe uma cirurgia de emergáncia para retirar o novo tumor, mas se negou depois a fazer a resson-ncia magnética de corpo inteiro para n’o arriscar a vida do bebá que levava no ventre.

Com o apoio de seu marido Max, a mulher resistiu á doen-a até que o bebo completou sete meses de gestao. Deu luz em janeiro de 2014 e lutou durante seis semanas seguintes pela sua vida, até morrer em 9 de maro.

6. Sarah Wickline Hull

Há mais de 10 anos, Sarah Wickline Hull foi diagnosticada com c’ncer durante a sua gravidez. Embora os médicos tenham pressionado para que ela abortasse, preferiu arriscar a sua vida a perder sua filha pequena. Hoje, mais do que nunca, mat por sua deciséo.

 

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